34 años cumple "O MIRANTE" convertido en el mayor y mejor periódico regional de Portugal

Nos unimos -con la nuestra muy sincera- a las numerosas felicitaciones que "O Mirante" y su director-general, Joaquím António Emídio, están recibiendo estos días


Foi lançada uma edição especial sobre Marcas de Prestígio e Líderes de Confiança, com a participação de dezenas de empresas, instituições e autarquias.
O MIRANTE celebra hoje o 34º aniversário da saída da sua primeira edição. À celebração de mais um ano de actividade fizeram questão de se juntar meia centena de empresas, instituições e autarquias, através de declarações e testemunhos sobre Marcas de Prestígio e Líderes de Confiança, que são publicadas na edição desta semana, nas bancas desde esta quinta-feira, 18 de Novembro.
Para além daquelas participações, a edição conta também com a presença nas suas páginas, de inúmeras empresas que fizeram questão de marcar presença através das suas mensagens publicitárias. O MIRANTE está também a receber mensagens de muitos leitores e amigos que acompanham regularmente as suas edições, muitos dos quais desde a fundação do jornal.

O MIRANTE é, há muitos anos, o maior jornal regional português em termos de audiência, tanto em papel como online. Para além da edição semanal em papel, uma parte da qual é distribuída com o semanário Expresso, edita duas edições online. Uma que reproduz a edição em papel e uma segunda, alojada em www.omirante.pt, com actualizações permanentes. Está também no Facebook e Twitter. É o maior jornal regional de Portugal em termos de audiência, tanto em papel como na web.
Fundado na Chamusca por Joaquim António Emídio, que continua a ser o seu director geral, O MIRANTE, actualmente com sede em Santarém, é especializado em informação regional de proximidade. Todo o seu percurso tem sido feito em estreita ligação com cidadãos, empresas e instituições da sua área de abrangência, que inclui os 21 concelhos do distrito de Santarém e os concelhos de Azambuja e Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa.
A edição em papel tem 30 mil exemplares semanais, oito mil dos quais são distribuídos com o Expresso.



Las dos ediciones de esta semana de "O Mirante" (In Sapo-Jornais)

 

Este jueves, el semanario regional "O Mirante", el mayor y mejor de Portugal -como siempre decimos-, que edita y dirige con notable acierto nuestro admirado amigo Joaquim António Emídio, celebra sus 34 años de existencia. 

No es para menos festejar eso, pero no solo por los 34 años de trayectoria importante sino por sobrevivir en medio de la tremenda tempestad que no cesa, asola y destroza el panorama de las publicaciones impresas, de tal manera que sobrevivir en medio de semejante galerna que no acaba es un mérito extraordinario que debe de ser reconocido.

Conocedores desde hace décadas de la ingente obra y esfuerzo de Joaquim António Emídio, festejamos, como si fueran propios, esos 34 años ya de la gran aventura de "O Mirante" y el éxito alcanzado por nuestro admirado amigo, un excelente periodista y preclaro empresario de comunicación donde los haya, además de estupendo escritor y poeta, persona de enorme bagaje cultural que se une a sus sólidos principios morales y cívicos que de siempre distinguieron su gran personalidad.

Nos hacemos eco así del artículo que, con la doble edición que acaba de salir a la calle, publica hoy -desde Santarém- "O Mirante", bajo la firma de su director general, Joaquim António Emídio.


Vai sair cara a resistência


Esta edição de O MIRANTE tem dois cadernos e comemora 34 anos de publicação ininterrupta sob o lema que nos inspira desde o primeiro número: “caminhante não há caminho, o caminho faz-se a andar”.

Quem ler esta edição de O MIRANTE, distribuída por dois cadernos, vai sentir o peso da leitura por mais que o seu espírito esteja folgado. Apesar da crise é a maior edição de aniversário de sempre e aquela que reúne mais investimento. 2021 tem sido um ano desafiante. Enquanto os jornais ditos nacionais vão caindo, alguns para tiragens insignificantes, O MIRANTE mantém os seus números na edição impressa e é lido na internet por mais de metade da população portuguesa. Certamente com a grande ajuda dos portugueses residentes no estrangeiro, e com o interesse dos seus familiares, mas não é isso que nos rouba a importância e o interesse que despertamos no mercado.

Vivemos um tempo de monopólio da informação; pior que isso: sofremos a concorrência de empresas e indivíduos que roubam a informação dos jornais como quem apanha amoras silvestres à beira da estrada. Começa nos facebooks e acaba no cidadão comum que distribui diariamente, em mensagens de telemóvel, dezenas de títulos de jornais roubados dos programas de assinaturas das editoras.

O sector da comunicação social vai resistir a tudo e a todas as contrariedades, inclusive aos governos que vêem o trabalho editorial das redacções por um canudo: querem os jornalistas e os jornais a fazerem serviço público mas depois fogem com a publicidade obrigatória e os deveres da transparência que uma boa governação exige. Vai sair cara a resistência. As bancas de venda de jornais são cada vez menos. No mercado nacional só há uma distribuidora de jornais; e as dificuldades também apertam para quem vê as receitas diminuirem devido à quebra das vendas. 

Dos grandes jornais de referência O MIRANTE é dos poucos que aposta nas assinaturas da edição impressa. Os CTT vão cumprindo a sua missão embora em alguns pontos do país com problemas na distribuição. O papel aumentou 47 % nos últimos três meses assim como grande parte das matérias-primas associadas à impressão. As cativações e a lei da contratação pública, leis peregrinas que visam apenas dificultar a vida aos pequenos empresários, são aberrações do regime social-democrata em que vivemos, que privilegia descaradamente as grandes empresas e os grandes empresários que se escondem atrás de fundações e de offshores.

A pandemia, graças ao avanço da ciência, é uma brincadeira comparada com a desgraça que vai por aí no clima, com o drama dos refugiados, o avanço da China nos mercados internacioais com produtos a preços ridículos graças a tudo o que sabemos e, por fim, sem esgotar todas as grandes lutas das novas gerações, a falta de cultura democrática na administração dos organismos do Estado e, muitas vezes, nos gabinetes dos próprios governantes.

O MIRANTE comemora 34 anos de publicação ininterrupta. Chegamos aqui devido ao trabalho de uma equipa que nunca se dividiu, que criou raízes, que tem sabido adaptar-se aos novos tempos. Um dos grandes desafios de O MIRANTE é trabalhar em 23 concelhos onde as sensibilidades políticas e pessoais são variadas. Temos muitos mais parceiros que adversários; muitos mais aliados que inimigos; desde o primeiro número de O MIRANTE que trabalhamos em nome de um projecto editorial e nunca em favor de um projecto político, pessoal ou empresarial. E é assim que vamos continuar sob o lema que nos inspira desde o primeiro número: “caminhante não há caminho, o caminho faz-se a andar”. - JAE.



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"rbtribuna") Por el final de las absurdas fronteras (políticas, sociales, burocráticas, económicas...) que aún subsisten entre España (singularmente Galicia) y Portugal...y que tanto perjudican a la ciudadanía ibérica