"rbtribuna") Por el final de las absurdas fronteras (políticas, sociales, burocráticas, económicas...) que aún subsisten entre España (singularmente Galicia) y Portugal...y que tanto perjudican a la ciudadanía ibérica

Despedir el invierno en Vila Real, la "Corte de Trás-os-Montes"

Vila Real é uma cidade portuguesa e capital do distrito de Vila Real, situada na Eurorregião Galiza- Norte de Portugal, sub-região do Douro e na antiga província de Trás-os-Montes e Alto Douro, com mais de 35.000 habitantes no seu perímetro urbano. É capital da província de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Cidade universitaria, é sede do município de Vila Real com 378,80 km² de área[3] e 55.000 habitantes, subdividido desde a reorganização administrativa de 2012/2013 em 20 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Ribeira de Pena e de Vila Pouca de Aguiar, a leste por Sabrosa, a sul pelo Peso da Régua, a sudoeste por Santa Marta de Penaguião, a oeste por Amarante e a noroeste por Mondim de Basto.

Localizada num planalto situado a cerca de 450 metros de altitude, sobre o promontório formado pela confluência dos rios Corgo e Cabril, onde se situa a sua parte mais antiga (Vila Velha), a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural (Escarpas do Corgo), tendo como pano de fundo as serras do Alvão e, mais distante, do Marão. Com mais de setecentos anos de existência, Vila Real foi outrora conhecida como a "Corte de Trás-os-Montes", devido ao elevado número de casas brasonadas que então tinha, por virtude da presença dos nobres que aqui se fixaram por influência da Casa dos Marqueses de Vila Real, presença ainda hoje visível nas inúmeras pedras-de-armas que atestam os títulos de nobreza dos seus históricos proprietários.

EL REPORTAJE GRÁFICO ES DE ARAÚJO MACEIRA
 












































a "Corte de Trás-os-Montes", devido ao elevado número de casas brasonadas que então tinha, por virtude da presença dos nobres que aqui se fixaram por influência da Casa dos Marqueses de Vila Real, presença ainda hoje visível nas inúmeras pedras-de-armas que atestam os títulos de nobreza dos seus históricos proprietários.

EL REPORTAJE GRÁFICO ES DE ARAÚJO MACEIRA