Anochecer a la salida del invierno, en Arcos de Valdevez

ARCOS de VALDEVEZ

Arcos de Valdevez é uma vila raiana portuguesa no distrito de Viana do Castelo, na Eurorregião Galiza-Norte de Portugal, região Norte de Portugal e sub-região do Alto Minho, sendo sede do município de Arcos de Valdevez.

O município de Arcos de Valdevez, com 447,60 km² de área e 22 847 habitantes (2011), está subdividido em 36 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Monção, a nordeste por Melgaço, a leste pela Galiza, a sul por Ponte da Barca, a sudoeste e a oeste por Ponte de Lima e a oeste por Paredes de Coura.

O chamado Torneio de Arcos de Valdevez também conhecido por "Recontro de Valdevez", foi um importante e decisivo episódio da História de Portugal ligado aos primeiros tempos da nacionalidade, sendo o antecedente da celebração do Tratado de Zamora em 1143.

No ano de 1662, durante a Guerra da Restauração, a vila foi incendiada pelo general governador de armas de Castela, D. Baltazar Rojas Pantoja, que estabeleceu o seu quartel-general no Paço de Giela, numa enérgica ofensiva sobre o Minho.

Esta localidade foi anteriormente conhecida como Arcobriga durante o períodos romano e visigótico, sendo que este nome resulta da aglutinação dos étimos Arcus, que em latim significa para «arco», e Briga, que provém do celta antigo e significa «povoação fortificada». A primeira parte do topónimo moderno, «Arcos», ainda preserva parte desse nome original.
Quanto à segunda parte deste topónimo, "Valdevez", diz respeito ao vale do rio Vez. Por seu turno, este rio tem um nome de origem céltica, sendo que há outros rios europeus, que também foram designados com base nesse mesmo étimo celta, designadamente o rio Bétis (hoje em dia designado Guadalquivir), em Espanha, e em França, os rios Bèze e Béziers, que por seu turno deram nome às respectivas localidades homónimas.

Arcos de Valdevez é uma das terras mais bonitas do Minho e com uma história ímpar, estando associada a um dos factos mais notáveis da história do nascimento da independência portuguesa.

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REPORTAJE GRÁFICO, a continuación, de ARAÚJO MACEIRA